A esteatose é uma condição caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado, que pode evoluir de forma gradual ao longo do tempo. Nem todos os casos apresentam o mesmo risco, pois a esteatose é classificada em diferentes graus, conforme a quantidade de gordura presente no órgão.
Compreender esses estágios é essencial para definir o acompanhamento adequado e prevenir complicações futuras.
O que significa ter esteatose
A esteatose ocorre quando o fígado passa a armazenar gordura em excesso, comprometendo seu funcionamento normal.
Em muitos casos, a esteatose não provoca sintomas, o que torna os exames de imagem fundamentais para o diagnóstico e o controle da doença.
Fatores metabólicos e hábitos de vida estão diretamente relacionados ao surgimento da esteatose.
Quais são os graus da esteatose
A esteatose é classificada conforme o volume de gordura acumulada no fígado.
Esteatose grau 1 (leve)
- Pequeno acúmulo de gordura
- Geralmente assintomática
- Alterações discretas nos exames
Esteatose grau 2 (moderada)
- Acúmulo maior de gordura
- Pode haver desconforto abdominal
- Maior atenção ao acompanhamento clínico
Esteatose grau 3 (grave)
- Grande infiltração gordurosa
- Maior risco de inflamação hepática
- Possibilidade de evolução para fibrose
Identificar o grau da esteatose é essencial para avaliar o risco de progressão da doença.
Como a esteatose pode evoluir
Sem acompanhamento adequado, a esteatose pode evoluir para condições mais graves, como:
- Esteato-hepatite
- Fibrose hepática
- Cirrose
Por isso, mesmo a esteatose em grau leve deve ser monitorada com exames apropriados.
Exames de imagem no acompanhamento da esteatose
O acompanhamento da esteatose é feito principalmente por exames de imagem, que avaliam tanto a presença de gordura quanto possíveis alterações estruturais do fígado.
Exames mais utilizados
- Ultrassonografia de abdome
- Elastografia hepática
- Quantificação de gordura hepática
Esses exames são não invasivos, seguros e permitem acompanhar a evolução da esteatose ao longo do tempo.
Por que acompanhar a esteatose regularmente
O acompanhamento periódico da esteatose permite:
- Avaliar se a doença está estável, regredindo ou evoluindo
- Ajustar estratégias de tratamento e mudança de hábitos
- Prevenir complicações hepáticas
- Garantir maior segurança clínica ao paciente
Conclusão
A esteatose pode apresentar diferentes graus e evoluir silenciosamente ao longo do tempo. Identificar o estágio da doença e acompanhar sua progressão com exames adequados é fundamental para preservar a saúde do fígado.
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